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UMA VIDA EM 24 HORAS

Vejo o saldo da minha conta: o número 1 seguido de oito zeros. Embaixo, uma observação: devo gastar tudo em um dia. O que eu faço?

Do mesmo modo que eu tenho um plano de fuga quando me encontro em uma situação perigosa, e como também tenho muito bem planejado o que eu faria caso me esquecessem dentro de um supermercado, sei como gastaria o meu milhão. A primeira parada seria em alguma imobiliária: compraria um apartamento e colocaria no meu nome, como investimento. Depois de sair de lá, passaria em uma concessionária e levaria um carro novo e bonito. Com essas duas compras e sem dúvida muito menos dinheiro no banco, iria ao aeroporto comprar passagens de ida e volta para Londres. Por fim, com o que restasse, iria para um shopping e escolheria tudo novo, tanto para a casa (nova) quanto para mim e para meus pais, e alguns mimos para quem eu gosto. No dia seguinte eu não teria arrependimento nenhum, estaria super satisfeita, e só ficaria eternamente me perguntando da onde surgiu o dinheiro que deu um passo inicial para uma vida mais rica.

- Pauta da Capricho.

Pautas feitas, agora é só organizar os vídeos do seminário e as fotos de hoje. , né. (E o Movie Maker atrapalha a vida, God!)

04h03 PM

IMÃ PARA MICOS

Já caí da escada três vezes, duas com quase ninguém presente, e na terceira quando todo o mundo descia pela mesma escada. Certa vez tropecei em um degrau (e só tinham dois), e deslizei até quase a metade do hall de entrada do colégio, passando pela sala dos professores e pela secretaria - naturalmente todo mundo saiu pra ver quem era a desastrada. Já caí inúmeras vezes, por causa de algum obstáculo não visto, por um tênis escorregadio na chuva ou por tropeçar nos próprios pés. Uma vez bati a cabeça em um poste porque não vi para onde estava indo. Em um dia que eu gostaria de esquecer, caí em cima de um garoto que eu gostava, dentro do ônibus. E porque nem tudo pode ser físico: certa vez errei o Hino Nacional enquanto o cantava a plenos pulmões - enquanto todo mundo simplesmente dublava. Sempre deixo meus documentos para trás, inclusive no dia da matrícula da faculdade. Criava codinomes para os garotos e, não raro, os chamava pelos apelidos, sempre indiscretos e óbvios. Passo muitas vezes na frente de quem está tirando fotos, e já ouvi algumas coisas por causa disso. Conclusão: sou um desastre ambulante, mas não é por isso que meus micos deixam de ser divertidos. Inclusive, pode acreditar que quando eu fizer alguma besteira, eu serei a primeira a rir e a última a esquecer o que houve.

- Pauta da Capricho.

Pauta conveniente, visto que ontem eu caí na frente de muita gente enquanto voltava para casa - sendo a segunda queda em uma semana. Já sou desastrada, mas ando pior ainda. ;D

04h02 PM

NÃO, OBRIGADA!

O Robert Pattinson é bonito, interpreta o vampiro mais perfeito da ficção e tem um sorriso charmoso. Mas eu jamais pagaria por um beijo dele, muito menos por uma mordida no pescoço (vide Tyra Banks, que disse "bite me!" e recebeu o que queria). Não que seja besteira, já que ele leiloou o beijo em um evento de caridade, e o dinheiro não será gasto com champagne e mulheres em uma noite. Nem que eu não entenda as motivações da fã: já quis ter dinheiro para comprar a roupa usada de um ídolo, ou poder pagar para conversar com outro por pelo menos dez minutos. Só que o tempo passa, as paixões diminuem, e eu que nem gastei tanto assim com meus amores de ficção me arrependo por essa compra ou aquele show. Creio que quem comprou o beijo (na bochecha!) não vai falir por causa do leilão, já que custou caro: ela deve ter dinheiro para patrocinar o sonho. Mas talvez pense algum dia que, certo, era o Robert Pattinson - mas só isso. Foram segundos de contato, que ele lembrará como mais uma fã. Portanto, não, obrigada, não compro um beijo do Robert: prefiro uma foto, um autógrafo e um eventual abraço. Esta sim seria uma lembrança mais doce do que qualquer outra.


(Tô boba com essas fotos do New Moon. É sexy. E lindo, lindo demais. Tenho que ler a série de novo, antes do Breaking Dawn chegar. <3)

- Pauta do TDB.

04h33 PM

ESCONDIDO NO CADERNO

"Não sei escrever canções, não posso escrever poesias. Desenho mal, não tenho a menor ideia de como fazer uma escultura. Minha escrita não é uma arte, é compulsão. Escrevo por necessidade, e da minha mente só saem palavras tristes, patéticas em seu final. Talvez por isso escritores românticos morriam cedo. Pouco pode-se aproveitar de tanta melancolia.

E mesmo sabendo que de minhas palavras sobra ínfima felicidade, insisto. Porque tenho medo de perder o arco-íris reluzente de felicidade, assim, por falta de uso. Esse medo egoísta se esconde atrás de um gigante: o medo de perder, por uma decepção qualquer. Me tranquiliza vagamente o fato de sermos quem somos, e só essa falsa tranquilidade mantém meu pensamento focado no hoje, no agora."

- Este pequeno texto sem final foi escrito no ano passado, mas não consigo me lembrar de quem eu falava aí. Tem algumas possibilidades, mas prefiro não ficar tentando adivinhar. Encontrei ele em uma página aleatória de um caderno, e fiquei bastante impressionada em como é forte e sincero. Nunca consigo ser tão sincera assim.

E, porque eu tenho um blog, porque eu amo a Fran (e o Max, mas o assunto é ela) e porque em junho eu vou comprar duas Playboys (óbvio!), aderi a campanha. Qual será o segredo da Francine?

08h05 PM

IN FACT!

(one) Nem é tanto pelas besteirinhas que escrevo, mas sempre sinto uma dor no coração quando entro aqui no GG e o vejo abandonado... Só que estou no meio de uma crise de criatividade meio feia (e meio calabresa). Este post, mesmo: é a terceira vez que tento escrever. Não estou me contentando muito com o que escrevo, enfim. Pior ainda quando junta a crise com a culpa de esquecer as pautas do TDB (e pior que eu esqueço mesmo, gravo os prazos mas só lembro deles quando já passaram). É que eu não ando tão a fim assim de ficar no computador, também. Se ficasse sentada aqui mais tempo, garanto que as pautas, mesmo que mal escritas, estariam escritas. Mas, assim são as crises, e quem sabe isto acabe com a atual.

(two) Momento pipoca. X-Men Origens: Wolverine: mãe, me dá um Wolvie de presente? Amei o filme, os efeitos, a história, tudo. Não estou nem aí se não tem muito a ver com a história dos HQs. Fato é que eu amaria mesmo se só tivesse 120 minutos do Wolverine mostrando as garras na tela. Pior que é sério! High School Musical 3: tire seus preconceitos, pequeno leitor, e veja que HSM é lindinho. Eles não são os melhores atores do mundo, eu choro de rir quando eles estão em um momento sério e começam a cantar super empolgandos, pulando e mimimi, e sempre que o Zac começava a esticar os bracinhos no estilo "oh! \o/" eu me escondia. Mas as músicas são chiclete, as coreografias são SUPER legais e Zanessa é TÃO fofinho, sempre fico babando nos dois. O último filme, em especial, ainda conseguiu me fazer chorar (provavelmente porque eu vi o extra do elenco se despedindo, todo mundo chorando... Acabei entrando no clima). Amei o filme. Mas o primeiro ainda é o melhor.

(three) Momento literário, este sim rápido: descobri Marian Keyes há duas semanas atrás, e delirei. Ainda não consegui tirar Sushi da cabeça. Agora, em todas as datas especiais, quero livros da Keyes (até porque eles são consideravelmente caros, e demorará um bocado de tempo para guardar o dinheiro por mim mesma). Entenderam? ;)

(four) A faculdade é a coisa mais bacana que existe. Parece que estou me (re)apaixonando praticamente todos os dias. Agora entramos na semana acadêmica, ontem foi o dia da Luta Antimanicomial, e, ah, tem meu seminário. Uh, seminário! :/ Também ajuda o fato de eu ter conhecido quatro fofurinhas que me fazem rir toda manhã (e uma tarde por semana), e que são tão diferentes de mim em uns aspectos (por exemplo, meus estranhos gostos para a futura profissão) e tão iguais em outros (nem vou entrar nesse assunto, ou irei escrever até amanhã).


Nós não temos fotos juntas? Estou perturbada. Mas tá. Bruna, a apaixonada por porquinhos; Ari, a da risada de fácil reconhecimento; Ana, que eu escondo no meu bolso; Cami, a Rachel Green de verdade; eu, mas é melhor não me descrever.

06h26 PM